Gravura Raimundo de Oliveira — A Santa Ceia, 1966 — da série “Pequena Bíblia”

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A força simbólica da xilogravura popular encontra, em Raimundo de Oliveira (1921–1969), uma de suas expressões mais vigorosas. Produzida em 1966 para o livro Pequena Bíblia — projeto que uniu texto de Jorge Amado e ilustrações do artista baiano —, esta gravura pertence a um dos marcos da arte gráfica brasileira do século XX. Publicada pela Editora Júlio Pacello, a série rompeu fronteiras entre arte erudita e cultura popular, aproximando a visualidade da literatura de cordel do conceito de livro de artista.

Em A Santa Ceia, o episódio bíblico é reinterpretado em linguagem direta e intensa. As figuras, delineadas em traços firmes, circundam a mesa circular onde repousa o peixe — símbolo da fé cristã e da partilha. Cristo surge centralizado, braços abertos, aureolado por raios que irradiam energia e cor. O uso expressivo do rosa, amarelo e preto transforma a cena sagrada em narrativa popular, vibrante e profundamente humana.

Na 1949, valorizamos obras que traduzem espiritualidade e cultura em traço humano. Esta edição, emoldurada e preservada em excelente estado, carrega o vigor gráfico e o sentido artesanal que consagram Raimundo de Oliveira como um dos grandes nomes da gravura nordestina.

Nota técnica
– Artista: Raimundo de Oliveira (Bahia, 1921–1969).
– Título: A Santa Ceia.
– Série/coleção: “Pequena Bíblia”, 1966.
– Técnica: xilogravura colorida sobre papel.
– Texto literário: Jorge Amado.
– Editora: Júlio Pacello, 1966.
– Dimensões: 50 × 39 cm (com moldura).
– Estado de conservação: excelente.
– Moldura: madeira escura, passe-partout claro e vidro.
– Observação: edição artesanal, associada ao contexto da literatura de cordel e à tradição gráfica popular do Nordeste.

As roupas de academia são desenvolvidas para oferecer conforto, respirabilidade e liberdade de movimento durante os treinos. Por serem fabricadas com tecidos tecnológicos — como poliéster, poliamida e elastano — exigem alguns cuidados específicos para garantir maior durabilidade, estética e desempenho. A seguir, veja orientações importantes para manter suas peças sempre em ótimo estado.

1. Lave logo após o uso
Após o treino, as roupas costumam ficar úmidas de suor, o que favorece a proliferação de bactérias e o mau odor. O ideal é lavá-las o quanto antes ou, ao menos, deixá-las arejando até o momento da lavagem. Evite deixá-las amontoadas dentro da mochila.

2. Prefira lavar à mão ou utilize ciclos delicados
Roupas de academia geralmente possuem fibras sensíveis ao atrito. Para preservá-las, lave-as à mão ou use o ciclo suave da máquina. Caso use máquina, coloque as peças em sacos protetores para evitar desgaste.

3. Use pouco sabão e evite amaciante
Sabão em excesso pode dificultar a respiração do tecido, enquanto o amaciante cria uma camada que retém odores e reduz a eficiência das propriedades tecnológicas da malha. Opte por sabão neutro em quantidade moderada.

4. Nunca use água quente
A água quente pode deformar fibras elásticas, reduzir a compressão das peças e desgastar estampas. Sempre lave com água fria ou morna.

5. Seque à sombra
A exposição direta ao sol pode desbotar cores e enfraquecer o elastano. Deixe as roupas secarem à sombra, em local ventilado. Evite também o uso de secadoras, que podem encolher e danificar o tecido.

6. Não passe as peças com ferro
A maioria das roupas de academia não deve ser passada, pois o calor excessivo pode danificar as fibras e comprometer as propriedades de elasticidade e compressão.

7. Armazene corretamente
Guarde as roupas em locais secos e arejados. Evite guardá-las úmidas dentro do armário, pois isso favorece odores e mofo.
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